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O que seria de nós, os pobres da classe média?

Um pequeno estudo da história do último império

Os EUA existem como nação independente há 250 anos, desde 1776. Desses 250 anos viveu, aproximadamente, 215 anos em guerra. Com 35 anos de paz, sendo que o maior intervalo contínuo de paz foi de apenas 5 anos, durante a grande depressão.

Eu sempre estou em dúvida, mas não me conformo com isso; então vou estudar. Segue um pequeno resumo das minhas pesquisas.

 

Os EUA existem como nação independente há 250 anos, desde 04/07/1776. Desses 250 anos viveu, aproximadamente, 215 anos em guerra, sendo 100 deles em guerras com os povos originários dos territórios ocupados. Com 35 anos de paz, sendo que o maior intervalo contínuo de paz foi de apenas 5 anos, durante a grande depressão, na década de 30 do século passado.

 

Foram mais de 400 intervenções políticas/militares, sendo 242 conflitos armados de grandes ou pequenas escalas. Não há nenhum caso documentado em que a conquista de territórios pelos Estados Unidos, por meio de guerras contra os povos originários, tenha resultado em uma melhoria genuína da qualidade de vida desses grupos.

 

Em um outro aspecto do meu resumo, de acordo com os dados oficiais mais recentes (até junho de 2026), a dívida pública dos Estados Unidos atingiu a marca de US$ 39,2 trilhões; equivalente a 123% do PIB. E um outro dado assustador é que a dívida vem crescendo em ritmo muito rápido, por volta de US$ 5 bilhões por dia! E isso não é bom, nem para os estadunidenses, nem para o resto do mundo.

 

É importante notar que alguns analistas e economistas mencionam um valor ainda maior, frequentemente chamado de “dívida real” ou “passivo não financiado” (unfunded liabilities). Esse conceito inclui compromissos futuros do governo que já estão prometidos, mas para os quais não há dinheiro reservado, principalmente os programas de Previdência Social (Social Security) e Medicare (saúde para idosos).

 

Além de todo o exposto, hoje o país vem perdendo influência e poder na Ásia e até no Oriente Médio, restando apenas a América Latina, onde ainda encontram apoio, em especial da classe alta (classe A, apenas), dos políticos traidores e do jornalismo venal, corrupto e hereditário. Esses, talvez consigam fugir para Miami e ter uma vida digna.

 

Mas nós, o povo, 95% da população… Bem, se você leu o texto todo, uma resposta se faz desnecessária. E nossa ideologia, aquela que nosso ego defende com tanta veemência, não serviria para nada.

 

(O texto e números publicados acima são fruto de pesquisas diversas com o uso de IA e outros recursos. Se alguém se interessar ou quiser as fontes, é só pedir.)

 

 

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