Chernobyl
A guerra por dentro do sujeito: não nascemos para produzir sementes.
Carlos Kahe
Um soldado volta louco da guerra, e não consegue ver a vida, senão através das cores, explosões e ruínas.
Um soldado volta louco da guerra, e não consegue ver a vida, senão através das cores, explosões e ruínas.
O homem vivia ao lado do mar, mas sem aproveitar o que a natureza lhe oferecia, até sonhar com Deus e resolver conhecer a fundo o seu oceano interior.
Entre silêncios e renúncias, revela-se a sombra de uma existência marcada pela ausência de riscos, conquistas e quedas.
Reflexões sobre silêncios, perdas e alegrias que revelam descobertas capazes de transformar relações e abrir asas para novos voos.
Com certo humor e ironia, o autor nos convida a pensar sobre o uso da religião na política, que tem sido feito de forma que beira a criminalidade.
Espero por mim, eu me reconheço pela autenticidade da hidratação do meu próprio ventre, e nada mais.
Os pássaros também me são mestres…o rio, o mar…as flores, os animais…tantos são…um
delírio…a atmosfera…música para meus ouvidos.
Segue o meu primeiro desenho em aquarela. Para variar, só poderia ser de animal. Veremos por aqui, se tudo der certo, evoluções.
Pois bem. Aqui estou: sou um pouco da estrada que não percorri, um resto de lua e metade
da aura daquela dama.