Mano
Manada estelar
Helen Calaça
Não naturalizo jamais o que tenho presenciado no coletivo, na humanidade.
Há um surto de falta de autenticidade.
Textos sobre comportamento humano, explorando atitudes, emoções e relações sociais.
Não naturalizo jamais o que tenho presenciado no coletivo, na humanidade.
Há um surto de falta de autenticidade.
A humanidade ignora sinais de colapso climático enquanto poucos milionários se preparam para sobreviver. Desastres, calor extremo, refugiados e novas doenças avançam. Sem ação coletiva urgente, seguiremos como o sapo que não percebe a água ferver.
A tecnologia avança além do nosso controle, e especialistas alertam para IAs capazes de se aprimorar sozinhas, romper barreiras de segurança e causar colapsos sistêmicos que ameaçam a própria civilização.
Humanos surgiram na África com pele escura; ao migrarem para regiões frias, a menor radiação solar favoreceu peles claras. Diferenças raciais são mínimas, e o racismo ignora nossa origem comum e científica.
Um imigrante em Santos surpreende-se com a gentileza e empatia de um jovem motorista de ônibus, que ajuda passageiros, cuida de um celular perdido e transforma a viagem em um ato de resistência pacífica e esperança.
”Um humano num pálido ponto azul”, de Fernando Castilho, une memórias de infância e reflexões científicas sobre a evolução humana, criticando nossa irracionalidade e alertando sobre o futuro da Terra.
Um texto poético que revela como a vida se manifesta em pequenos gestos e grandes emoções. Entre beijos, cafés, lágrimas e nascimentos, tudo ganha sentido com intensidade e presença.
Uma oração de acolhimento e coragem: reflexões sobre amor, força e autoconhecimento para iluminar sua jornada interior.
Alguns perfumes muito doces me remetem a velórios, por conta do cheiro das flores.
Nunca me conformei com essa ideia. Pensei: esse cheiro é doce demais, flor em excesso…a vida deveria ter mais flores…não que seja doce…ao menos podemos ver, tocar, ser, viver no momento real, no presente.