Doralice de tez branca
Aquela que se deixou tocar
Helen Calaça
Homenagem à minha vozinha com jubinha de leão, nascida em 03 de agosto de um ano qualquer.
Reflexões em forma de poesia enquanto linguagem e forma de expressão artística.
Homenagem à minha vozinha com jubinha de leão, nascida em 03 de agosto de um ano qualquer.
A barca balança cada célula do corpo, em água-viva.
De fato, alguns acontecimentos de nossa vida, se realizam tão rapidamente que nossas ações ficam limitadas, e com isso , ficamos com a sensação de que poderiamos ter feito mais, ou de que algo não foi feito. Logo bate aquele arrependimento e os sentimentos nos questionam sem respostas só resta nos dizer: “Que Pena”.
Itabuna fez 116 anos de fundada, e eu resolvi retirar da memória a construção da sua gênese. Fiz poema e canção. Esta, o maestro e arranjador Sérgio Souto, falecido em 2014, em Salvador, dizia ter natureza jobiniana, devido aos acordes.
Quantos sorrisos por ai escondem um sentimento?
Quantos sorrisos por ai escondem uma infelicidade?
E quantas vezes precisamos sorrir para disfarçar nossa dor?
Um texto poético que revela como a vida se manifesta em pequenos gestos e grandes emoções. Entre beijos, cafés, lágrimas e nascimentos, tudo ganha sentido com intensidade e presença.
Este poema faz parte do meu livro de Poesias “Amor Sem Estilos”. e faz referência a um dos aniversários de casamento entre eu e minha Esposa, não me lembro de quantos anos.
Alguns perfumes muito doces me remetem a velórios, por conta do cheiro das flores.
Nunca me conformei com essa ideia. Pensei: esse cheiro é doce demais, flor em excesso…a vida deveria ter mais flores…não que seja doce…ao menos podemos ver, tocar, ser, viver no momento real, no presente.