No esplendor das horas vagas
Alaranjado e vermelho em harmonia
Mesclado de tantas nuances
O céu chora
Implora por empatia
Tão raro desde os primórdios
Tão ofuscado
Como hoje em dia
Acontecimentos contraditórios
Existem ricos miseráveis
E pobres soberbos
Ilustres alquebrados
Que se acham formidáveis
A Natureza também chora em agonia
Pelos pascácios, fúteis, falsos
De tudo que não sabem
Transbordam melancolia
Depois dizem que amam
Sem saber que amar é tudo
Quem não ama
De nada sabe, clama
Só entende da moeda vil
Que daqui
Não levará um dia
Perversidade por trás da “bondade”
Dizendo que são amigos
Quando o “amigo” não está presente
Tocam a flauta da hipocrisia
Você está sendo filmado
Sorria!