Tecendo brevidades
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Fernanda Noal
Espatifando silêncios tão necessários
Reflexões em forma de poesia enquanto linguagem e forma de expressão artística.
Espatifando silêncios tão necessários
Todos os tons de cinza
Que é uma cor belíssima
Constantemente
me (re)faço
nesse mosaico de mim
Do chão rachado em que piso
Florescem de mim:
Tanto as flores quanto os sonhos
Letras e versos, peixes luminosos, baleias mensageiras e sereias encantadas entram e saem livremente de um aquário mágico no fundo do mar.
Certo dia não apareceu
Nem no outro
”Pé da Montanha” é o primeiro livro publicado pela autora, aos dez anos de idade, e é uma seleção de poemas e canções que ela criou a partir dos seis anos.
A luta de um escritor: escrever, descartar o que produz, até entender o ponto desejado. Caminhar muitas vezes de joelhos, corrigir, emendar, refazer… recomeçar do ponto zero. É a maneira de identificar erros gritantes, asneiras desnecessárias, redundâncias impublicáveis e os gritos mais infelizes.