Quimera
Rio Caudaloso
Rô Noal
Que na ânsia de encontrar o mar desviou o caminho
Reflexões em forma de poesia enquanto linguagem e forma de expressão artística.
Que na ânsia de encontrar o mar desviou o caminho
de todos os algozes aplaudidos e mártires apedrejados
Minha boca não sentirá mais o sabor da doce tâmara
o amor é um fio que encontra a perfeição no macramê que repousa esquecido no tear, eternamente inacabado.
A poeira cósmica, rima com noite fantasmagórica
O poema é entidade viva que só pertence a si mesma.
Usam máscaras de titânio
E dizem: “eu sou, eu fiz, eu vou”
O conteúdo da postagem resume-se à imagem de destaque.
O sujeito acorda enlouquecido com a rotina, e percebe a inutilidade do trabalho. Pra quê, para tornar-se alvo de ladrões? Gastar sapatos, enfrentar engarrafamentos, bater ponto pra quê, se estou bem na minha cama?