Acabo de ler um post do @fernandocastilho publicado hoje. (Leia AQUI). Gostaria de tecer comentários.
Leio a imprensa brasileira há quase 60 anos. Diversifico muito minhas fontes, pois não sou um profissional com autoridade no assunto e o faço como um cidadão e observador comum. Talvez, sim, como um cuidadoso observador da realidade tenha essa autoridade. Sempre fui muito crítico ao jornalismo hereditário, oligárquico, venal e entreguista que temos aqui. Já fui até taxado de neurótico por amigos e familiares, o que não mudou minha opinião. Acredito fortemente que esse dito jornalismo seja o maior e principal problema do nosso país nos últimos 60 anos, acima de quaisquer outros problemas conhecidos. A ponto de afirmar que, se não existisse nesses termos, hoje poderíamos ser uma grande potência em tudo o que importa à uma potência.
Como exemplo, no início de 2018, quando viram que o seu candidato, Geraldo, não decolaria, criaram o mito em apenas alguns meses! Sim, essa dita imprensa criou o bolsonarismo e todos os demais artifícios bem pensados e planejados, o que inclui a facada. Agora, ela não tem mais esse tempo; ela não vai abandonar seu candidato. Pode fazer firula, mas não vai baixar os braços. O golpe, a bala-de-prata, ainda virá; como aconteceu em todas as eleições desde a redemocratização. Não confio. Ela é sórdida, rasteira e não tem escrúpulos. Sempre foi extrema-direita. Só nos resta aguardar qual será a bomba. E ela virá ainda.
O fujão não vai fugir. Ninguém encostará a mão nele. Aqui só são presos aqueles que a globo permite. Não, não é pessimismo, é observação da história e realidade.
Gostaria de ler a opinião do @paulo-azevedo-cavalcanti e @carlos-kahe.