No cosmo meu destino é o ocaso
Na bagagem um binóculo
Para nao perder o espetáculo
Alma livre como o vento
Semblante sereno
Espírito iluminado
Uma viagem sem data para voltar
Com rosas brancas no caminho
E uma ponte como portal
Se no leste ele não aparecer
No oeste eu o esperarei
Todos os dias
Quando eu seguir esse caminho
Não me esperem
Não voltarei mais
Não com essa mesma “roupagem”
Quantos ocasos perdi
De contemplar ao seu lado
Assim como tantas auroras.